Saúde & Bem-estar - Memória

Quando é a hora de se preocupar com lapsos de memória?

Com a agitação e o estresse da vida moderna, esquecimentos são considerados normais. Porém, é preciso estar atento quando esses lapsos de memória se tornam mais frequentes.

A perda da memória para fatos recentes é um dos sintomas mais comuns do início da Doença de Alzheimer. Essa doença, que normalmente afeta idosos com mais de 60 anos, é muitas vezes negligenciada nas fases iniciais, por ser facilmente confundida com o processo normal de envelhecimento.

Analisando os Diagnósticos

Se analisarmos somente as falhas de memória, não é possível afirmar que é Alzheimer. O esquecimento de alguns fatos pode ser fruto de alguma dificuldade pela qual a pessoa possa estar passando, problemas familiares, sobrecarga de trabalho, depressão, alcoolismo, drogas, entre outros. Antes da pessoa se preocupar, é necessário que um médico investigue essas queixas e demais sinais característicos da enfermidade. Porém, a doença possui uma evolução lenta e isso também é uma barreira para a seu diagnóstico. De acordo com as pesquisas, o mal de Alzheimer atinge mais mulheres que homens, o que pode ser atribuído, ao fato de que elas vivem mais que eles. É comum os filhos que cuidam de pais com a doença questionarem os médicos sobre as chances de virem a sofrer do mesmo mal como fator hereditário, porém até hoje os médicos não conseguem essa afirmação.

Sintomas iniciais da Doença de Alzheimer:

● Perda de memória recente ;
● Dificuldade para realizar atividades rotineiras;
● Desorientação espacial;
● Poder de julgamento e raciocínio abaixo do normal;
● Problemas com pensamento abstrato;
● Errar o lugar das coisas;
● Mudanças de humor e comportamento;
● Transformações de personalidade;
● Problemas com a linguagem.

Nesse momento, a participação e observação da família são fundamentais. Prestar atenção nas mudanças de comportamento da pessoa e fazer uma comparação com outros idosos podem ajudar na hora de procurar tratamento. O diagnóstico precoce é a chave para impedir que os efeitos da doença avancem e comprometam a qualidade de vida do idoso.

Tratamento

A doença de Alzheimer não tem cura e não há prevenção. Para melhorar a qualidade de vida, é necessário que os familiares estimulem o idoso a manter a mente e o corpo ativos por meio de jogos de tabuleiro, leitura de livros e jornais, palavras-cruzadas, aprendizado de outro idioma ou instrumento musical, caminhadas, e também, manter um convívio social ativo, pois os esquecimentos continuarão acontecendo cada vez mais. Estas atividades são recomendadas para tentar retardar o aparecimento da demência, que é mais comum no processo de envelhecimento. É importante que o idoso nunca se sinta rejeitado e nem alvo de algum tipo de preconceito. Jamais o deixe sair sozinho, pode ser perigoso devido aos lapsos de memória. Hoje, há disponíveis na rede SUS três tipos de medicamentos para auxiliar na fase inicial da doença: rivastignina, donepezil e galantamina que devem sempre ser recomendados por um especialista. Lembre-se que cuidar bem é a maior prova de amor que se pode dar a quem amamos e seu ente querido. Dê muita atenção, carinho, amor e nunca deixe de procurar.

Fontes:
Sites: Drauzio Varella
Portal do Envelhecimento
Queens Berry

Saúde & Bem-estar - Memória

Quando é a hora de se preocupar com lapsos de memória?

Com a agitação e o estresse da vida moderna, esquecimentos são considerados normais. Porém, é preciso estar atento quando esses lapsos de memória se tornam mais frequentes.
A perda da memória para fatos recentes é um dos sintomas mais comuns do início da Doença de Alzheimer. Essa doença, que normalmente afeta idosos com mais de 60 anos, é muitas vezes negligenciada nas fases iniciais, por ser facilmente confundida com o processo normal de envelhecimento.

Analisando os Diagnósticos

Se analisarmos somente as falhas de memória, não é possível afirmar que é Alzheimer. O esquecimento de alguns fatos pode ser fruto de alguma dificuldade pela qual a pessoa possa estar passando, problemas familiares, sobrecarga de trabalho, depressão, alcoolismo, drogas, entre outros. Antes da pessoa se preocupar, é necessário que um médico investigue essas queixas e demais sinais característicos da enfermidade. Porém, a doença possui uma evolução lenta e isso também é uma barreira para a seu diagnóstico. De acordo com as pesquisas, o mal de Alzheimer atinge mais mulheres que homens, o que pode ser atribuído, ao fato de que elas vivem mais que eles. É comum os filhos que cuidam de pais com a doença questionarem os médicos sobre as chances de virem a sofrer do mesmo mal como fator hereditário, porém até hoje os médicos não conseguem essa afirmação.

Sintomas iniciais da Doença de Alzheimer:

● Perda de memória recente;

● Dificuldade para realizar atividades rotineiras;

● Desorientação espacial;

● Poder de julgamento e raciocínio abaixo do normal;

● Problemas com pensamento abstrato;

● Errar o lugar das coisas;

● Mudanças de humor e comportamento;

● Transformações de personalidade;

● Problemas com a linguagem.
Nesse momento, a participação e observação da família são fundamentais. Prestar atenção nas mudanças de comportamento da pessoa e fazer uma comparação com outros idosos podem ajudar na hora de procurar tratamento. O diagnóstico precoce é a chave para impedir que os efeitos da doença avancem e comprometam a qualidade de vida do idoso.

Tratamento

A doença de Alzheimer não tem cura e não há prevenção. Para melhorar a qualidade de vida, é necessário que os familiares estimulem o idoso a manter a mente e o corpo ativos por meio de jogos de tabuleiro, leitura de livros e jornais, palavras-cruzadas, aprendizado de outro idioma ou instrumento musical, caminhadas, e também, manter um convívio social ativo, pois os esquecimentos continuarão acontecendo cada vez mais. Estas atividades são recomendadas para tentar retardar o aparecimento da demência, que é mais comum no processo de envelhecimento. É importante que o idoso nunca se sinta rejeitado e nem alvo de algum tipo de preconceito. Jamais o deixe sair sozinho, pode ser perigoso devido aos lapsos de memória. Hoje, há disponíveis na rede SUS três tipos de medicamentos para auxiliar na fase inicial da doença: rivastignina, donepezil e galantamina que devem sempre ser recomendados por um especialista. Lembre-se que cuidar bem é a maior prova de amor que se pode dar a quem amamos e seu ente querido. Dê muita atenção, carinho, amor e nunca deixe de procurar.

Fontes: Sites: Drauzio Varella Portal do Envelhecimento Queens Berry